Adolescer

Porque é que todos precisamos de um adolescente nas nossas vidas?

Sim, eu sei que às vezes não é fácil ser mãe ou pai de um/a adolescente (tal como não será fácil ser filho de um adulto…) mas a verdade é que, independentemente dos dias menos bons (desejáveis e necessários à transformação natural da família nesta etapa de vida), muitas são as razões que tornam tão incrível, a oportunidade de acompanhar os filhos na aventura da adolescência.

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Adolescer

“O meu filho não tem motivação para nada!”

Esta é uma das frases que mais oiço por parte de pais de adolescentes.
Do lado de cá, compreendo-lhes a angústia, tal como sou solidária com o lado de lá, que usa a inércia para mascarar o medo, a vergonha ou a incerteza de não se saber bem quem se é ou de não se estar à altura daquilo que esperam que se seja.

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Adolescer

Pré adolescência, essa bela localidade.

Falamos muito sobre a adolescência, falamos ainda mais sobre a infância mas pouco falamos sobre a transição de uma fase para a outra, sobre as mudanças que chegam de mansinho (ou de rompante) e, sem pedir licença, se instalam na vida deles e na nossa, conduzindo-nos a todos às naturais mudanças e reajustes.

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Adolescer

O tipo de amor que dói.

Sou de uma família de professores.
Desde que me sei como gente, que me habituei a ouvir falar de escola, de alunos, de colegas, de livros, de exames, de dias difíceis, de conquistas importantes, enfim, da vida de quem passa grande parte da vida, na escola.

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Adolescer

“Os meus filhos não acatam os meus limites!”

(Ponto de partida para este texto: os limites não se impõem. Compreendem-se, experimentam-se e constroem-se em conjunto.)

A questão dos limites e do seu (in)cumprimento por parte dos filhos é uma das dificuldades que mais as famílias partilham. E se a questão na infância era mais ou menos contornável, com maior ou menor criatividade, com maior ou menor flexibilidade, na adolescência pode tornar-se um verdadeiro desafio, sobretudo quando as ferramentas usadas anteriormente se basearam na intimidação, na ameaça ou na coação.

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Adolescer

O que os filhos adolescentes precisam de nós.

Sou de uma família de professores.
Desde que me sei como gente, que me habituei a ouvir falar de escola, de alunos, de colegas, de livros, de exames, de dias difíceis, de conquistas importantes, enfim, da vida de quem passa grande parte da vida, na escola.

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Tornarmo-nos pais

Quando nos salta a tampa (e temos poucos sítios para onde fugir…)

Et voilá… já cá estamos todos outra vez, a ter de atafulhar a vida dentro de quatro paredes e a gerir os desafios que disso decorrem, em modo quase ininterrupto: trabalho, filhos, escola dos filhos, tarefas domésticas, RESPIRA, trabalho, filhos, escola dos filhos, tarefas domésticas, RESPIRA… Acho que é mais ou menos isto. Se calhar, com uma espécie de “cerejinha no topo do bolo” por ser uma realidade vivida pela segunda vez, sem que tenhamos tido verdadeiramente tempo de ganhar fôlego para o embate.

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Tornarmo-nos pais

A vida pode sempre ser bela

Disse-me num choro compulsivo e quase angustiante:

“Não quero estar infetada porque depois vou morrer!”

Tem 12 anos. Tem 12 anos e não precisava do medo e da (des)informação que a atropela todos os dias, pela voz de tantos de nós, pela verdade das notícias que lhe entram casa adentro, ditas por gente séria e bem vestida, sem saber ela que a forma como a verdade das coisas é integrada, depende acima de tudo da forma com que a queremos contar.

Acho que andamos todos ainda um bocadinho distraídos em relação aos efeitos colaterais deste vírus. Acho que estamos ainda a esquecer-nos da nossa responsabilidade enquanto educadores e do papel que cada um de nós tem de assumir para que este vírus não nos devore a todos e sobretudo, não devore a infância e a transforme para sempre num lugar menos bonito e até menos seguro.

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O Lugar da Infância

Infância à prova de vírus

Acho que não há vírus pior do que o medo.
Medo que higieniza, do chão ao corpo, medo que afasta, que isola, que suprime, que aterroriza… É disto que muitos padecem. Às vezes, o vírus do medo também aparece para disfarçar a falta de amor ou a falta de vontade, ou a falta de sentir e é aí que a coisa se torna um verdadeiro problema: quando o medo passa legitimar as coisas feias que já nos apeteciam e faz com que todos as aceitem como se assim tivessem de ser.

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Eu, Rita.

Sou psicóloga e formadora com especialidade na área da saúde e da educação e trabalho como psicóloga escolar desde 2006, atividade que muito me preenche e me faz acordar todas as manhãs cheia de energia e vontade de continuar a aprender.

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