A vida por cá

Pela liberdade que te devo…

De todas as tuas fotografias, esta é uma das minhas preferidas.
Quando te ouço nela, ouço liberdade, serenidade e alegria sem fim, ouço vontade de abraçar o mundo e confiança em quem és e em tudo o que serás ainda capaz de ser. E vejo-te enorme por dentro, bem maior do que a idade que tens, o que me faz alimentar o sonho de que assim te mantenhas, por muito que ainda tenhas de crescer.

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Tornarmo-nos pais

Vai uma palmadinha?

Quando batemos numa criança estamos a pôr em causa a ligação de segurança que tem connosco, a colocá-la numa situação de ameaça e de ambivalência emocional: a pessoa que a protege e cuida é a mesma pessoa que a faz sentir em perigo. E isto, acreditem, é extremamente desorganizador.

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Tornarmo-nos pais

Como ajudar os filhos a desenvolver a inteligência emocional?

Mesmo que não consigamos proteger os nossos filhos de tudo (nem isso lhes seria benéfico), mesmo que os nossos sonhos não se cumpram nos seus (porque assim não é para ser) e mesmo que muitas vezes não tenhamos as respostas prontas e ideais para todas as situações (porque elas são uma construção e aprendizagem constante), podemos efetivamente contar com aquilo que a ciência já nos ensinou acerca do desenvolvimento infantil, do nosso papel enquanto educadores e das premissas que lhes são suporte ao desenvolvimento emocional.

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O Lugar da Infância

Aprender pelo espanto, ou o espanto de aprender.

Há, nas crianças, uma predisposição natural para a observação atenta do que as rodeia, numa atitude de enorme respeito pelo mistério e pela beleza das coisas de todos os dias. A décima descida no escorrega nunca é igual à anterior.
Há, nos adultos, uma pretensão aprendida de quem já sabe muito e por isso acha, que o muito que sabe, é suficiente para não ter que insistir num segundo olhar: Quem já viu um pôr do sol já viu todos. Quem já correu à chuva não precisa de se molhar outra vez.
E depois há a vida que acontece, com eles a espantarem-se a cada passo dado e connosco a seguir caminho, quase cegos.

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Adolescer

O que os filhos adolescentes precisam de nós.

Sou de uma família de professores.
Desde que me sei como gente, que me habituei a ouvir falar de escola, de alunos, de colegas, de livros, de exames, de dias difíceis, de conquistas importantes, enfim, da vida de quem passa grande parte da vida, na escola.

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Escola Feliz

Aos professores. Os bons.

Sou de uma família de professores.
Desde que me sei como gente, que me habituei a ouvir falar de escola, de alunos, de colegas, de livros, de exames, de dias difíceis, de conquistas importantes, enfim, da vida de quem passa grande parte da vida, na escola.

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A vida por cá

Deste meu novo lugar…

“Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.” A frase é de Chaplin e é para mim uma espécie de tributo à vida e a tudo o que ela tão sabiamente nos traz à caminhada para aprender, ressignificar e a partir daí, crescer e transformar internamente, como até então não tinha acontecido. Este caos acontece-nos todos os dias, em pequeninos momentos ou em enormes desafios que nos atiram aos lobos que moram, sobretudo, dentro de nós.

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Livros para Morar

“O menino que gritou para dentro.”

Às vezes os gritos ficam-nos presos na garganta. São os piores. Às vezes crescem, às vezes dão dores de barriga, noutras até parece que são eles os donos e senhores de tudo. Quando um grito se engole é preciso aprender a soltá-lo porque ele na verdade só quer ser livre e que o ajudemos a tratar das coisas que precisa de resolver.

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A vida por cá

“Que raio de mãe és tu?”

Fomos dar um passeio à zona ribeirinha.
Ao chegarmos, a maré baixa convidou-nos a descer as escadas e a sentarmo-nos numa pedra junto à água. Apanhámos búzios, vimos caranguejos e percebemos que havia zonas de lodo e zonas mais secas por onde poderíamos facilmente andar. O Manel continuou a explorar, encantado com a vida a fervilhar na ria, no lodo, nas algas deixadas pela última preia mar.

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Livros para Morar

“Avós, piranhas e outras histórias…”

Será que podemos oferecer um livro para crianças ao avô?
Podemos pois! Não só porque os livros para crianças são livros para toda a gente, porque ensinam muito mais sobre a vida do que qualquer livro para crescidos, mas também porque o avô se vai deliciar a descobrir porque é que os avós são pessoas tão importantes na vida de toda a gente.

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Eu, Rita.

Sou psicóloga e formadora com especialidade na área da saúde e da educação e trabalho como psicóloga escolar desde 2006, atividade que muito me preenche e me faz acordar todas as manhãs cheia de energia e vontade de continuar a aprender.

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