A vida por cá

“Que raio de mãe és tu?”

Fomos dar um passeio à zona ribeirinha.
Ao chegarmos, a maré baixa convidou-nos a descer as escadas e a sentarmo-nos numa pedra junto à água. Apanhámos búzios, vimos caranguejos e percebemos que havia zonas de lodo e zonas mais secas por onde poderíamos facilmente andar. O Manel continuou a explorar, encantado com a vida a fervilhar na ria, no lodo, nas algas deixadas pela última preia mar.

LER MAIS...
A vida por cá

Gosto de ti assim.

Gosto de ti assim, sem tirar nem pôr. Do corpo em tempestade e com fome de ser, do olhar meigo e atento às coisas da vida, tão certeiro em tudo o que eu deixei de saber existir. Gosto do teu mundo interno e da forma como lhe mergulhas dentro, mesmo que ainda não saibas a força imensa que isso um dia te será. Gosto da tua gargalhada, sonora e livre, que se cola à pele de quem esteja por perto para desatar a fazer-lhe cócegas até que não consiga mais conter-se. É uma gargalhada irresistível essa tua, e isso te garanto meu amor, não é para todos. Gosto de te ver em modo tribo, entre paus e ideias e capas de super herói, a montar tendas no terraço e a jantar no chão à luz de uma lanterna.

LER MAIS...
A vida por cá

A vida, aqui e agora

O caos instala-se hoje na maioria das casas portuguesas.
Trazer a escola para o lugar onde moramos parece ser a atitude mais sensata neste momento (ou a possível) mas a verdade é que a dimensão de tudo o que daqui advém está ainda longe de ser olhada de frente por todos nós.
Há quem tenha um filho, há quem dois, há quem tenha três e há quem tenha quatro ou cinco. Há quem tenha filhos dos outros.

LER MAIS...
O Lugar da Infância

Infância à prova de vírus

Acho que não há vírus pior do que o medo.
Medo que higieniza, do chão ao corpo, medo que afasta, que isola, que suprime, que aterroriza… É disto que muitos padecem. Às vezes, o vírus do medo também aparece para disfarçar a falta de amor ou a falta de vontade, ou a falta de sentir e é aí que a coisa se torna um verdadeiro problema: quando o medo passa legitimar as coisas feias que já nos apeteciam e faz com que todos as aceitem como se assim tivessem de ser.

LER MAIS...

Eu, Rita.

Sou psicóloga e formadora com especialidade na área da saúde e da educação e trabalho como psicóloga escolar desde 2006, atividade que muito me preenche e me faz acordar todas as manhãs cheia de energia e vontade de continuar a aprender.

Temas do Blog

Subscreve a Newsletter para mais inspiração e novidades!